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Foto feita por Andres Alaniz no Pexels.com
Buenos Aires é uma cidade animada e geralmente segura para turistas, mas furtos e cobranças abusivas são comuns em áreas movimentadas, no transporte público e perto do aeroporto. O maior cuidado é com preços inflacionados em táxis, passeios e contas de restaurantes, além de batedores de carteira em locais lotados, como avenidas movimentadas e o Subte.
Atualizado em outubro de 2026
Como funciona: Motoristas sem permissão oficial se aproximam de passageiros que chegam dentro do terminal com preços fixos altos e sem taxímetro, cobrando muitas vezes várias vezes a tarifa justa.
Como evitar: Use apenas o ponto de táxi oficial fora do desembarque ou um aplicativo de carona como Cabify com preço antecipado.
Como funciona: Ladrões se aglomeram em volta de turistas em estações movimentadas e pegam celulares e carteiras de bolsas abertas ou bolsos traseiros durante o embarque.
Como evitar: Mantenha as bolsas fechadas e à frente do corpo, evite usar o celular perto das portas e fique atento durante os horários de pico.
Como funciona: Casas de câmbio e cambistas informais perto de áreas turísticas oferecem taxas ruins ou dão troco errado, às vezes com notas falsas.
Como evitar: Use caixas eletrônicos de bancos ou leve seu cartão SUBE e pague com cartão. Se precisar trocar dinheiro, use um banco ou um cambista oficial com taxas afixadas.
Como funciona: Alguns restaurantes adicionam itens não solicitados, uma taxa de serviço inflacionada ou omitem preços do cardápio, especialmente onde os turistas se reúnem.
Como evitar: Peça para ver o cardápio com preços, confira a conta item por item e conteste qualquer cobrança que você não tenha pedido.
Como funciona: Indivíduos vendem ingressos falsificados para shows, passes falsos para espetáculos de tango ou passeios urbanos não oficiais que cobram abusivamente ou desaparecem.
Como evitar: Compre ingressos apenas em locais oficiais, no escritório de turismo da cidade ou em plataformas confiáveis. Ignore os vendedores de rua.
Como funciona: Caixas eletrônicos independentes em corredores turísticos cobram taxas altas de saque e dão taxas de câmbio ruins além das tarifas do banco.
Como evitar: Saque em caixas eletrônicos ligados a bancos dentro das agências, escolha pesos e recuse a taxa de conversão oferecida.
Evite vendedores de rua: reserve ingressos e passeios oficiais com cancelamento gratuito.
Ministro Pistarini International Airport (Ezeiza)
Use o ponto de táxi oficial logo fora do desembarque, e não motoristas sem licença que se aproximam de você dentro do terminal. Combine o preço ou insista no taxímetro. Aplicativos como Cabify são uma alternativa confiável com preço antecipado.
Melhor alternativa: Ônibus Tienda Leon até o terminal rodoviário de Retiro, ou o shuttle Manuel Tienda Leon para hotéis da cidade (cerca de 60 min)
Gorjeta: Cerca de 10 por cento é esperado em restaurantes e táxis. Arredondar o valor em cafés é comum. Não é obrigatório, mas é amplamente praticado.
Cobertura e taxas de serviço: Uma taxa de servicio (serviço) de cerca de 10 por cento costuma estar incluída na conta. Verifique antes de adicionar uma gorjeta extra. Cobranças por couvert ou pão são incomuns. Sempre peça para ver o cardápio com preços antes de pedir, pois alguns lugares voltados para turistas cobram abusivamente.
Sempre escolha ser cobrado em pesos argentinos (ARS) em terminais de cartão e caixas eletrônicos, e recuse a conversão dinâmica de moeda. Prefira caixas eletrônicos ligados a grandes bancos. Caixas independentes em áreas turísticas costumam cobrar taxas altas e usar câmbio pior. Faça câmbio em bancos oficiais ou use pagamentos com cartão em vez de casas de câmbio de rua perto de praças turísticas, que oferecem taxas ruins.
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Baseado em experiências de viajantes amplamente relatadas e orientações oficiais. Os preços são aproximados e podem variar; verifique as tarifas atuais na chegada. Atualizado em outubro de 2026.