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Foto feita por Abdur Rahman Journalist no Pexels.com
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Plan language: PortuguêsSe você está procurando as melhores coisas para fazer em Khulna, Bangladesh, não pode perder uma excursão à Floresta de Manguezais de Sundarbans, a maior floresta de mangue do mundo, que se estende por 10.000 km2. Visite o Shahid Hadis Park com seu memorial aos lutadores e o Museu Divisional de Khulna, que guarda mais de 300 exposições históricas. Essas experiências proporcionam uma visão única da riqueza da região.


Um paraíso verde no meio da cidade, onde a natureza conta sua mais bela história. Caminhe pela vegetação exuberante, pedale pelo lago e descanse da agitação urbana.
Fatos rápidos: Se estende por 37 hectares e é o lar de mais de 400 espécies de plantas, incluindo espécies tropicais raras. O parque é um local favorito para caminhantes diurnos, e também possui um lago com pedalinhos que atrai famílias nos finais de semana.
Destaques: No parque se esconde um pequeno cantinho botânico com uma coleção de palmeiras raras, onde você pode ver espécies com mais de 50 anos. Particularmente interessante é a fileira de enormes árvores banyan, cujas raízes aéreas criam túneis naturais por onde você passa.


A mais rica coleção de tesouros culturais do sul de Bangladesh espera por você. Mergulhe em milhares de anos de história através de objetos de cerâmica, metal e tecido.
Fatos rápidos: Aqui estão preservados mais de 10.000 objetos que retratam a rica herança cultural do sudoeste de Bangladesh. A coleção abrange desde esculturas hindus antigas até objetos do período da administração colonial britânica.
Destaques: Entre os expostos encontra-se uma rara coleção de 18 moedas de prata do Império Mogol, cunhadas em uma casa da moeda local que funcionou apenas 12 anos. Também é especialmente interessante a sala dedicada à pesca na região de Sundarbans, onde você pode ver barcos de madeira tradicionais com mais de cinco metros de comprimento.


O único lugar onde um país nasceu em segredo. Caminhe por uma trilha gramada até um bunker subterrâneo onde os destinos de milhões de pessoas estiveram escondidos.
Fatos rápidos: Foi aqui que, em 17 de abril de 1971, foi feito o juramento do primeiro governo provisório de Bangladesh, e o local foi mantido em segredo até o dia da cerimônia. Com 23 hectares de extensão, o complexo preserva a memória da guerra de independência de nove meses que transformou o sul da Ásia.
Destaques: Debaixo da terra existe um sistema de túneis de 300 metros de comprimento por onde os líderes fugiram para a Índia enquanto bombardeiros lançavam bombas sobre eles. As escadas que levam ao bunker subterrâneo ainda hoje são escorregadias de umidade, e os visitantes as tocam com as mãos sentindo o frio do concreto que escondia o segredo.


A única mesquita do mundo com 70 cúpulas de terracota feitas à mão. Você sentirá o cheiro do tijolo úmido e o silêncio que ecoa sob cada uma delas.
Fatos rápidos: Com 70 cúpulas e cerca de dez minaretes, esta mesquita é única em todo o Bangladesh. Foi construída em terracota e tijolo feito à mão, e cada cúpula tem um motivo decorativo diferente.
Destaques: Quando você fica debaixo da cúpula central e olha para cima, verá que nenhuma das 70 cúpulas é igual: cada uma tem seu próprio padrão geométrico desenhado à mão. Artesãos locais incorporaram mais de 25 motivos islâmicos diferentes diretamente no tijolo, sem usar uma única tinta.


Um lugar em Bangladesh onde você sente a alma de um Nobel através da árvore que ele mesmo plantou. Caminhe por salas com móveis originais, enquanto o cheiro de madeira antiga e frutas tropicais paira no ar.
Fatos rápidos: O complexo abriga a antiga propriedade do ganhador do Prêmio Nobel Rabindranath Tagore, com uma atmosfera decadente, porém poética, que se sente assim que se entra no pátio. Os móveis de madeira e objetos da casa original ainda estão exatamente como foram deixados, construídos na década de 1920.
Destaques: No pátio cresce uma mangueira que o próprio Tagore plantou em 1926, e seus frutos ainda caem no mesmo chão onde o poeta andou. Todos os anos, em fevereiro, as crianças locais cantam suas canções exatamente no lugar onde ele se sentava e escrevia, e essa cena tira o seu fôlego.


Um lugar de silêncio que fala mais alto que qualquer monumento. Percorra o caminho iluminado por 71 lâmpadas e sinta o peso da história que o cerca.
Fatos rápidos: "Ovo spomen-obeležje podignuto je u čast žrtava masakra koji se dogodio 1971. godine tokom Bangladeškog oslobodilačkog rata. Na mestu nekadašnje škole sada se nalazi muzej sa fotografijama i ličnim predmetima poginulih."
Destaques: "Zidovi unutar memorijala prekriveni su otiscima dlanova preživelih i porodica žrtava, svaki jedinstven i ličan. Noću, 71 lampa osvetljava stazu do spomenika, simbolizujući 1971. godinu i stvarajući gotovo sablasnu atmosferu tišine i sećanja."


Aqui você pode ver como os navios nascem de costelas de ferro, literalmente. Caminhe entre esqueletos de navios, sinta o cheiro de óleo e metal quente, e veja os mestres soldarem chapas de aço.
Fatos rápidos: O antigo estaleiro da era colonial britânica é hoje um dos mais antigos estaleiros ativos da região. Numa área de mais de 60 hectares, os mestres aqui constroem e reparam mais de 20 navios por ano, desde pequenas embarcações de pesca até grandes navios de carga.
Destaques: Imagine o som de martelos ecoando pelos velhos hangares de aço enquanto lascas de metal estalam sob seus pés. Essa é a trilha sonora que não mudou desde 1957. Na oficina secreta número 7, ainda trabalham mestres que usam técnicas de rebitagem de chapas de navios que desapareceram na maioria dos portos do mundo.


Entre no mundo do poeta que ganhou o Prêmio Nobel. Percorra os cômodos onde poemas imortais foram criados e sinta o sopro da história em cada passo.
Fatos rápidos: Tagore escreveu aqui parte de sua poesia que mais tarde lhe renderia o Prêmio Nobel. O pátio esconde um poço com mais de 100 anos que nunca secou, nem mesmo nas maiores secas.
Destaques: Imagine sentar sob a velha mangueira onde Tagore tocava harmônio e escrevia versos que mudaram a literatura. Sua mesa de trabalho ainda está no mesmo lugar, e pela janela se vê exatamente a mesma paisagem que o inspirou há mais de um século.


Um lugar onde a engenharia medieval ainda se mantém firme como no primeiro dia. Ande por 610 metros de história enquanto barcos de pesca deslizam sob arcos desgastados por séculos.
Fatos rápidos: Estende-se por 610 metros sobre o rio Bhairab e é uma das pontes mais longas construídas em Bangladesh durante a Idade Média. Seus vinte e cinco arcos de tijolo e terracota ainda hoje causam admiração, e os pescadores locais ainda pescam à sombra da ponte como faziam há séculos.
Destaques: As pessoas raramente sabem que a ponte não é apenas uma travessia sobre o rio, mas parte de um antigo sistema de irrigação que canalizava água para centenas de hectares de campos de arroz. Quando você para no meio dela e olha para baixo, verá a água passando pelos blocos de pedra que foram cinzelados à mão há mais de cinco séculos.
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Roshogolla originated in the Bengal region and is a spongy cottage cheese ball soaked in light sugar syrup. Khulna is part of the greater Bengal region where this iconic sweet is beloved.

Mihidana is a tiny, golden, grain-like sweet made from chickpea flour and ghee, often described as the mini version of the famous "Sitabhog." It is a signature dessert from the Bengal region, including Khulna.

Patishapta is a thin rice flour crepe filled with coconut, jaggery, and khoya, traditionally made during the Bengali harvest festival of Poush Parbon. It is a beloved winter dessert in Khulna and across Bengal.

Shorshe Ilish is hilsa fish cooked in a rich mustard seed gravy, and it is considered the iconic dish of Bengal. Khulna, located near the Padma River, is famous for its fresh, high-quality hilsa fish.

This luxurious dish features large prawns cooked in a creamy coconut milk sauce with gentle spices. Khulna's proximity to the Sundarbans mangrove forest provides access to some of the finest prawns in Bangladesh.

Khashir Korma is a slow-cooked mutton curry made with yogurt, ghee, and aromatic spices, popular in Khulna's festive meals. The tender meat and rich gravy make it a staple at weddings and special occasions.

Lal Cha, or red tea, is a strong, dark brew made by boiling tea leaves with sugar and spices until it turns a deep red color. In Khulna, it is commonly served in roadside stalls as an energizing daily drink.

Ghol is a traditional Bengali buttermilk drink made by churning yogurt with water, salt, and spices or sometimes sweetened with sugar. It is a popular cooling beverage in Khulna, especially during the hot summer months.

Aam Panna is a tangy and refreshing drink made from raw green mangoes, mint, and cumin. This thirst-quenching beverage is widely enjoyed in Khulna during the scorching summer season to prevent heatstroke.
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World's largest mangrove forest, UNESCO World Heritage site, home to Bengal tigers
Historic mosque city, UNESCO World Heritage site, built in 15th century
Beautiful historic mosque complex with sixty domes and ancient architecture
Historical shrine and tomb complex of saint Khan Jahan Ali
Scenic bridge over Rupsha River with views of local boat traffic
Intercity and local trains connecting to Dhaka, Jessore, and Rajshahi
Regional routes and commuter lines
From Dhaka, take a 5-6 hour bus or train to Khulna. Nearest major airport is Jessore (45 km away) with domestic flights from Dhaka.
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Comentários (5)
Honestly a bit underwhelming. The city has character but everything feels dusty and chaotic. Glad I came but wouldn't rush back.
Bring cash, most places don't take cards. Also the rickshaw drivers near the train station triple the price, walk a block away and haggle.
Went in July, big mistake. The humidity is brutal but the river views at sunrise totally saved the trip.
Skip the hotel breakfast and hit the local stalls near the river. Best shingara I had cost 5 taka and came with fresh chai.
Food is incredible and cheap. Stayed 3 days, wish I did 2. Not a ton of attractions but the slow pace grew on me.