
Qalhat
Melhor época para visitar
Visite entre novembro e fevereiro, quando as temperaturas são agradáveis. Vá no fim da tarde para ter luz dourada sobre as ruínas de calcário.
Dicas para economizar
A entrada é gratuita, pois o local é aberto e sem vigilância. Não são necessários ingressos ou passes.
Recomendado para
Entusiastas de história, Amantes de fotografia, Viajantes que fogem do roteiro turístico, Aficionados por arqueologia
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1 a 2 horas
Sobre
Fatos rápidos: Outrora um importante porto comercial rivalizando com Hormuz, Qalhat foi a segunda cidade do Reino de Ormuz, cujos mercadores comercializavam seda, especiarias e cavalos pelo Oceano Índico. Um viajante do século XIV descreveu seus edifícios como "bem construídos e reminiscentes de Basra", com o famoso mausoléu de Bibi Maryam ainda de pé como testemunho de sua glória passada.
Destaques: O mausoléu de Bibi Maryam, com suas altas paredes arqueadas e nichos esculpidos intrincados, é a única estrutura sobrevivente da era dourada de Qalhat, e ainda se mantém de pé sem teto, aberto para o céu do deserto após 700 anos. A lenda local diz que o mausoléu foi construído por uma rainha enlutada para seu marido, e o local continua sendo um lugar onde famílias omanitas vêm fazer piqueniques entre as ruínas, com crianças brincando entre pedras centenárias.
Dicas de quem conhece
- Use sapatos fechados com boa aderência, pois o terreno é irregular com pedras soltas e ocasionais cobras.
- Leve bastante água e proteção solar, pois não há sombra alguma em todo o sítio arqueológico.
- Combine com uma visita ao vizinho Wadi Shab ou à vila de pescadores de Sur para fazer um passeio de dia inteiro partindo de Mascate.
- Procure as antigas cisternas de água esculpidas na rocha, fáceis de não notar, mas fascinantes de examinar de perto.
Informações práticas
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